Cuidados com semijoias: conheça as principais dicas de conservação!

Todas as mulheres gostam e querem ter acessórios com cara de novos, certo? Assim como no caso das joias, é preciso ter cuidados com semijoias para impedir que elas fiquem com aquele aspecto de desgaste, cheias de riscos e sem cor. Inclusive, é importante que as revendedoras saibam disso e passem o conhecimento para as clientes, pois essa atitude demonstra que há preocupação com o pós-venda das peças.

Quer saber que cuidados são esses para manter os acessórios impecáveis por mais tempo? Então, confira as nossas dicas de como cuidar das semijoias corretamente!

Principais cuidados com semijoias no dia a dia

Os cuidados com semijoias fazem toda a diferença para preservar as características que elas apresentavam quando foram compradas. Acompanhe conosco os principais!

Guarde as peças com capricho

Essa dica serve para evitar que as peças fiquem com marcas de desgaste e arranhadas sem serem usadas. Muitas vezes, esses acessórios podem sofrer deterioração por conta da má conservação. E não é isso que você quer, não é mesmo?

O atrito com outras semijoias, correntes emboladas e deixadas em locais úmidos e que pegam poeira são algumas das causas para elas ficarem parecendo velhas, mesmo sem uso. Por esse motivo, procure um lugar adequado para armazenar os itens.

Primeiramente, esse local deve ser limpo e seco. Além disso, você precisa mantê-lo organizado para evitar os problemas citados acima. Pode ser uma gaveta ou um porta-joias, por exemplo, e se for um acessório mais delicado, conserve-o em um compartimento fechado ou na embalagem original.

Separe os tipos de semijoias

Após encontrar um bom local para guardar as peças, também é preciso ter cuidado ao dispô-las. Um erro é colocá-las de qualquer jeito em um porta-joias, por exemplo, pois elas podem se emaranhar a ponto de as superfícies se tocarem e agredirem o metal, o que pode descascá-las.

O ideal é separar as semijoias em nichos únicos, sem deixar os colares junto a anéis ou brincos, por exemplo. Portanto, separe seus acessórios por categorias e evite que fiquem amontoados. Quanto maior a organização, maior a durabilidade.

Evite contato das peças com a água

Ao contrário das joias, as semijoias podem oxidar em contato com a água, fator que tornará seu uso inviável. Ou seja, é possível que elas percam a cor e o brilho ou fiquem com aquelas manchinhas esverdeadas. Por isso, preste atenção às orientações abaixo:

  • evite usar os acessórios no banho ou ao lavar as mãos;
  • certifique-se de estar com o corpo seco ao utilizar as peças e, após o uso, armazene-as longe de locais úmidos;
  • caso você transpire, lembre-se de limpar bem a semijoia antes de guardá-la novamente.

Faça da flanela a sua aliada

A flanela é altamente indicada para fazer a limpeza das peças, pois sua superfície mais suave remove a sujeira de maneira delicada e sem ocasionar riscos. Dessa forma, tenha uma sempre por perto para lustrar as semijoias.

Uma boa dica é passar o paninho nos acessórios assim que terminar de usá-los. Com esse cuidado simples, você observará a transformação deles quase que instantaneamente após realizar o procedimento.

Utilize sabão neutro para a limpeza

Não tem jeito, muitas vezes, as peças podem ficar sujas de modo que apenas a flanela não conseguirá realizar uma boa limpeza. Nesse caso, é recomendável que as semijoias sejam limpas em água corrente e, de preferência, com sabão neutro, para evitar que agentes químicos de limpeza causem danos.

Nesse processo, enxágue bem os acessórios e verifique se não há resquícios de produto. Em seguida, você pode enxugar com um pano seco e utilizar a flanela para realizar o acabamento.

Tome cuidado com perfumes e cremes hidratantes

Usar perfumes e cremes hidratantes por cima das semijoias pode reduzir bastante a vida útil delas e deixá-las sem brilho e oxidadas muito antes do esperado. É que esses produtos têm diversas substâncias que, quando entram em contato com as peças, contribuem para a oxidação dos banhos e deterioração das camadas.

Então, seque cuidadosamente o seu corpo após o banho, passe seus hidratantes e perfumes, espere secar bem e, só então, coloque suas semijoias. Elas não vão estragar, e você vai preservá-las intactas por muito mais tempo.

Não use semijoias ao praticar atividades físicas

Quando gostamos muito de um acessório, queremos usá-lo em todos os lugares. Tem hora que até esquecemos que ele está no nosso corpo, não é verdade? Com isso, é comum que a pessoa pratique esportes ou vá à academia usando suas peças favoritas. No entanto, um dos cuidados com semijoias mais básicos é tirá-las antes de se exercitar.

Um dos motivos é que o suor contém sais e outras substâncias que levam a peça a se deteriorar mais rapidamente. Outra razão é que você pode acabar amassando ou riscando seus acessórios ao pegar alguns pesos, ou segurar equipamentos esportivos. Sem contar que existe o risco de se prenderem em algo e acabarem arrebentando.

Evite usar as peças na praia

Por mais que saibamos que você quer estar incrível na praia ou em uma deliciosa tarde na piscina, não é indicado usar suas semijoias nessas ocasiões. O cloro e a água do mar podem fazer com que os acessórios estraguem em pouco tempo, principalmente porque você passará muito tempo com eles.

Além desses fatores, podemos somar o suor, os produtos bronzeadores e o atrito com a areia. Com tudo isso, um único dia de sol pode custar a integridade do item (dependendo de qual seja). Portanto, é melhor deixar as peças em casa antes de ir à praia ou à piscina.

Viu como são simples os cuidados com semijoias para mantê-las com a aparência de novas por mais tempo? Agora, coloque em prática as dicas que aprendeu aqui e não deixe de repassar as informações para as suas clientes. A tendência é que a confiança delas em você aumente, pois vão notar que seu interesse não é apenas em vender mais peças.

E aí, gostou das informações? Então, compartilhe o texto nas suas redes sociais e mostre que você está por dentro dos principais cuidados com os produtos!

O que é COVID-19 – Série ajuda as Revendedoras

O que é COVID-19

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais, incluindo camelos, gado, gatos e morcegos. Raramente, os coronavírus que infectam animais podem infectar pessoas, como exemplo do MERS-CoV e SARS-CoV. Recentemente, em dezembro de 2019, houve a transmissão de um novo coronavírus (SARS-CoV-2), o qual foi identificado em Wuhan na China e causou a COVID-19, sendo em seguida disseminada e transmitida pessoa a pessoa.

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a maioria (cerca de 80%) dos pacientes com COVID-19 podem ser assintomáticos ou oligossintomáticos (poucos sintomas), e aproximadamente 20% dos casos detectados requer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória, dos quais aproximadamente 5% podem necessitar de suporte ventilatório.

 

Quais são os sintomas

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um resfriado, a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar
  • Perda de olfato (anosmia)
  • Alteração do paladar (ageusia)
  • Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
  • Cansaço (astenia)
  • Diminuição do apetite (hiporexia)
  • Dispnéia ( falta de ar)

 

Como é transmitido

A transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de:

  • Toque do aperto de mão contaminadas;
  • Gotículas de saliva;
  • Espirro;
  • Tosse;
  • Catarro;
  • Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, talheres, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da COVID-19 pode ser realizado a partir de critérios como:

1 – DIAGNÓSTICO CLÍNICO é realizado pelo médico atendente, que deve avaliar a possibilidade da doença, principalmente, em pacientes com a associação dos seguintes sinais e sintomas:

  • Febre, que pode estar presente no momento do exame clínico ou referida pelo paciente (sensação febril) de ocorrência recente.
  • Sintomas do trato respiratório (por exemplo, tosse, dispneia, coriza, dor de garganta)
  •  Outros sintomas consistentes incluindo, mialgias, distúrbios gastrointestinais (diarreia/náuseas/vômitos), perda ou diminuição do olfato (anosmia) ou perda ou diminuição do paladar (ageusia).

Em crianças, além dos itens anteriores, considera-se também a obstrução nasal, a desidratação e a  falta de apetite (inapetência), na ausência de outro diagnóstico específico.
Em idosos, deve-se considerar também, critérios específicos de agravamento como: síncope (desmaio ou perda temporária de consciência), confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e falta de apetite (inapetência).
O diagnóstico clínico da doença, também deve ser considerado em pacientes com doença grave do trato respiratório inferior sem causa clara, como é o caso de pacientes que se apresentem em Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Nesta síndrome o indivíduo apresenta-se em franca dispneia/desconforto respiratório/dificuldade para respirar com saturação de oxigênio (O2) menor do que 95% em ar ambiente ou coloração azulada dos lábios ou rosto (cianose) ou queixa de pressão persistente no tórax.
Em crianças, a SRAG apresenta-se com os sinais e sintomas anteriores, devendo ser observados sinais característicos de esforço respiratório, tais como,  os batimentos de asa de nariz, tiragem intercostal, e, por fim, alteração na coloração das extremidades que ficam azuladas (cianose).

2 – O DIAGNÓSTICO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO é realizado pelo médico atendente no qual considera-se:

  • casos de paciente com a associação dos sinais e sintomas supracitados ou SRAG MAIS histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 14 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

3 – DIAGNÓSTICO CLÍNICO-IMAGEM:

  • caso de sintomas respiratório mais febre ou SRAG ou óbito por SRAG que não foi possível confirmar ou descartar por critério laboratorial E que apresente alterações tomográficas.

4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL – Caso o paciente apresente os sintomas respiratórios mais febre ou SRAG. O profissional de saúde poderá solicitar os seguintes exames laboratoriais:

  • De biologia molecular, (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) normalmente até o oitavo dia de início de sintomas.
  • Imunológico, que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas a partir do oitavo dia de início dos sintomas. Sendo eles:
  • Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay – ELISA);
  • Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos;
  • Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (ECLIA).
  • Pesquisa de antígenos: resultado reagente para SARS-CoV-2 pelo método de Imunocromatografia para detecção de antígeno.

5 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL EM INDIVÍDUO ASSINTOMÁTICO (pessoa sem sintomas) que realizou:

  • Exame de Biologia Molecular com resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2 realizado pelo método RT-PCR em tempo real.
  • Exame de Imunológico com resultado REAGENTE para IgM e/ou IgA realizado pelos seguintes métodos:  Ensaio imunoenzimático (ELISA) e Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos.

 

Como se proteger

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.
    Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.
    Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.
  • Mantenha distância mínima de 1 (um) metro entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
  • Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outro objetos que são utilizados com frequência.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos.
  • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas.
  • Se estiver doente, evite contato próximo com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, busque orientação pelos canais on-line disponibilizados pelo SUS ou atendimento nos serviços de saúde e siga as recomendações do profissional de saúde.
  • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
  • Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes.  As máscaras de tecido (caseiras/artesanais), não são Equipamentos de Proteção Individual (EPI), mas podem funcionar como uma barreira física, em especial contra a saída de gotículas potencialmente contaminadas.